O AMX surgiu com a proposta de desenvolvimento conjunto de Brasil e Itália de uma aeronave de ataque, envolvendo as empresas Alenia (46%), Embraer (30%) e Aermacchi (24%). A aeronave seria um monoposto capaz de superar a velocidade do som em mergulho. Basicamente teria duas versões: A versão brasileira, de maior autonomia e armamento pesado para ataques terrestres, e a versão italiana, com avionico mais avançado. Foram construídos seis protótipos (dois no Brasil) e os ensaios de vo ô duraram três anos, entre 1984 e 1987.
O Brasil opera 56 AMXs (Denominados A-1 pela Força Aérea), que estão em processo de modernização. A Itália está interessada em atualizar mais de 100 dos seus aviões. Depois de 20 anos de ser concebido, parece que o AMX está recebendo o valor que sempre mereceu.